Branding

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Marcas fortes geram empatia, constroem uma ponte racional e emocional com seus interlocutores, emprestam maior credibilidade aos seus produtos e serviços, são mais recomendadas, alcançam melhor precificação, atraem investidores e talentos, resistem melhor às turbulências. O caminho para a perenidade passa, portanto, pela construção da marca – o branding.

Nesse ponto, é preciso ter em mente que uma empresa é um organismo vivo. Assim como as pessoas, as companhias são dinâmicas e cada vez mais precisam se redesenhar, buscar novos caminhos, lutar contra a acomodação e o conforto de uma rotina mais estável. A marca precisa acompanhar tudo isso, transitar nesse novo universo que se apresenta a cada momento, sem perder o seu DNA.

Considerar essas variáveis de forma a traduzir os valores tangíveis e intangíveis de uma marca, para mantê-la fortalecida junto aos seus diferentes públicos, é um desafio permanente. Mas o esforço tem suas recompensas. Estudos de diferentes fontes apontam que uma marca bem alinhada reflete na preferência dos consumidores por determinados produtos a ponto de aceitarem, inclusive, pagar um pouco mais por eles.

As pessoas querem uma empresa de marca positiva, recomendam aos amigos e a outros consumidores, acreditam na empresa e estão mais dispostas a apoiá-la em tempos de crise. Um branding forte e “percebido” dessa forma atrai investimentos, alcança melhores resultados e tem uma maior aceitação em novos mercados.

Assim como todas as ações que buscam engajamento e aderência, o processo precisa ser conduzido e motivado pelos líderes das organizações. É assim com a criação de uma cultura que valoriza e promove a diversidade, com a gestão que se fundamenta na sustentabilidade, na transparência da comunicação e na construção e manutenção de uma marca forte. A construção de uma marca começa de dentro para fora e a comunicação interna tem um papel estratégico nesse processo.

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